Sem mais sentimentalismos, sem mais frescuras pra essa vida.
Quanto mais o tempo passa, parece que mais bobos ficamos! Está errado.
Não quero ser a coitadinha, a menina frágil, a boa moça.
Ter moral, se respeitar e tentar ter uma boa família é como que um dever de todos, isso não pode me nomear.
Se o que eu quero é diferente, se o que gosto é superficial, se o que eu como me faz mal, cabe a mim fazer algo a respeito.
Sem maiores intromissões e enrolação.
Sem choro, sem ‘por favor’, sem dedicatórias, até porque, quem as merece? Quem as faz por merecer?
Estou poupando -me do trabalho de gostar de todos, de tolerar a tudo e principalmente de demonstrar.
Se gosto, se não gosto, de detesto, se desejo, de quem é o problema?
Não farei meus planos para ninguém (se é que os tenho), não escreverei minha história baseando-me em ilusões e suposições.
Escrevo por mim, e para mim mesma.
Definitivamente estou me ausentando desse mundinho de tristeza e piedade.
Estou indo para longe…”fui ser feliz, e não volto!”

